Por que há tanto tumulto hoje em dia, quando tudo é planejado e há tanto liberdade? Quem obtém resposta para o sofrimento? As interrogações poderiam não terminar. Mas aí corremos o risco de não esclarecer e fugir de uma correção textual. Todos têm dúvidas. Principalmente quanto à verdade espiritual de cada um. A maioria das pessoas procura, senão dizer necessita de um Deus. Temos ânsia em esclarecer as incertezas de nossa alma. Para tudo isso, precisa de alguém que nos ouça.
A escritora norte americana Taylor Caldwell, famosa por seus muitos romances, entre eles podemos destacar O Sacrifício da Inocência, criou um livro que nada tem de romance, conto, ensaio ou outro nome que possamos dar. Apenas um livro com doze capítulos. Todos eles retratam a alma hu
mana. Os capítulos possuem títulos, como: A sentinela, O idoso, Só uma criança, O pastor, O desprezado e outros mais. Trata-se do livro Só Ele Ouve. São páginas de certa angústia. Linhas com esperança. Palavras soltas. Corretas na medida.
São doze histórias comoventes. Fala de fé, amor. Como remédio, a receita da esperança para as crises espirituais de nosso tempo. Temos o drama de pessoas marcadas pela aflição e pela dúvida. Todas são levadas para um santuário, onde um ser iluminado lhes dá atenção. Alento para nossa vida.
Em sua pregação na falta de esperança na vida, a autora traça um perfil, em doze histórias, das aflições de nosso tempo. Retrata dores. Tenta resgatar a esperança, tão perdida, tão sem endereço nestes tempos tumultuados. Diz-nos que todo o homem nasce com fé. Que isso faz parte da nossa natureza. E quando a rejeitamos, estamos rejeitando, na verdade, aquilo que somos.
O livro não prega sermão em cima de um determinado culto religioso. Vale para todos. Mesmo para os que desprezam tal coisa. O que vale é possuir vontade. De agir. De falar com o homem que escuta. E como precisamos disso, de alguém que nos ouça! Apenas isso. Sem qualquer comentário. Apenas nossa consciência como prova final de nossos atos. Pois, Deus, é uma fortaleza, no qual sempre estamos seguros e no qual estamos protegidos.
Só Ele Ouve tem o mérito de não ficar na história. Revela o perfil do homem moderno. Torna-nos ciente daquilo que precisamos entender e colocar em prática. Revela-nos um Deus carinhoso e paciente. Põe o dedo em nossas feridas e não faz milagres. Deixa isso por nossa conta. Talvez para dizer que temos força e poder. Ou, quem sabe, pelos pecados do próprio homem. E, nossas aflições, de certo modo, não o casto por nossos pecados.
Esses tempos ditos modernos são um tanto tresloucados. Possuem opções das mais diversas para amenizar o sofrimento do homem. Porém, ainda não conseguiu estancar a dor em seu estado mais puro: quando você se depara com Ele. Podemos voltar à pergunta inicial. Apenas não façamos como Pôncio Pilatos, quando perguntou: o que é a verdade, e lavou as mãos.
A escritora norte americana Taylor Caldwell, famosa por seus muitos romances, entre eles podemos destacar O Sacrifício da Inocência, criou um livro que nada tem de romance, conto, ensaio ou outro nome que possamos dar. Apenas um livro com doze capítulos. Todos eles retratam a alma hu
São doze histórias comoventes. Fala de fé, amor. Como remédio, a receita da esperança para as crises espirituais de nosso tempo. Temos o drama de pessoas marcadas pela aflição e pela dúvida. Todas são levadas para um santuário, onde um ser iluminado lhes dá atenção. Alento para nossa vida.
Em sua pregação na falta de esperança na vida, a autora traça um perfil, em doze histórias, das aflições de nosso tempo. Retrata dores. Tenta resgatar a esperança, tão perdida, tão sem endereço nestes tempos tumultuados. Diz-nos que todo o homem nasce com fé. Que isso faz parte da nossa natureza. E quando a rejeitamos, estamos rejeitando, na verdade, aquilo que somos.
O livro não prega sermão em cima de um determinado culto religioso. Vale para todos. Mesmo para os que desprezam tal coisa. O que vale é possuir vontade. De agir. De falar com o homem que escuta. E como precisamos disso, de alguém que nos ouça! Apenas isso. Sem qualquer comentário. Apenas nossa consciência como prova final de nossos atos. Pois, Deus, é uma fortaleza, no qual sempre estamos seguros e no qual estamos protegidos.
Só Ele Ouve tem o mérito de não ficar na história. Revela o perfil do homem moderno. Torna-nos ciente daquilo que precisamos entender e colocar em prática. Revela-nos um Deus carinhoso e paciente. Põe o dedo em nossas feridas e não faz milagres. Deixa isso por nossa conta. Talvez para dizer que temos força e poder. Ou, quem sabe, pelos pecados do próprio homem. E, nossas aflições, de certo modo, não o casto por nossos pecados.
Esses tempos ditos modernos são um tanto tresloucados. Possuem opções das mais diversas para amenizar o sofrimento do homem. Porém, ainda não conseguiu estancar a dor em seu estado mais puro: quando você se depara com Ele. Podemos voltar à pergunta inicial. Apenas não façamos como Pôncio Pilatos, quando perguntou: o que é a verdade, e lavou as mãos.



