Para quem quer diversão, nada melhor que um livro de Dan Brown. Novamente entra em ação o personagem Robert Langdon, que agora precisa desvendar códigos e símbolos projetados pela maçonaria, para chegar ao local onde abriga antigos mistérios. Há também Katherine, pesquisadora da chamada ciência noética (que estuda os efeitos da mente sobre o mundo físico), ajudando a desvendar os mistérios que rondam Washington. E o vilão tenebroso é Mal´akh, com corpo musculoso,
todo tatuado e porque não, um satanista alucinado.
Apesar de trocar a Europa por Washington, Brown nos mostra uma cidade que ninguém vê, com mistérios, segredos e muitos locais estranhos. Porém, temos algo parecido com O Código Da Vinci. Uma mão amputada é encontrada numa das salas do Capitólio, com um anel maçônico e símbolos tatuados na ponta dos dedos. E, finalmente, nos porões do Congresso esconde-se uma pirâmide maçônica, onde as inscrições crípticas dão o tom da narrativa.
Uma fórmula já testada e aprovada, que muitos outros autores tentaram copiar, sem resultados positivos. Em O Símbolo Perdido o autor fala do poder da mente humana. É um livro interessante pelas tantas informações que passa ao leitor. É um livro com doses filosóficas, não ficando apenas na distração de contar uma história. Gostei principalmente quando são relatados conceitos errados que todos nós temos, onde o autor procura mostrar alguma luz e novos horizontes.
Dan Brown não gosta de falar de política em seus livros. Mas outros assuntos são recorrentes. Incita o debate entre ciência e religião, os perigos da religião, sucesso e riqueza e alguma coisa sobre a divindade que todo ser humano carrega. Além disso, há cenas memoráveis neste livro. A ação é rápida e os efeitos sobre a leitura é você passar para a próxima página sem parar. Pode não ser uma literatura clássica (como os críticos gostam de pregar), mas é bem escrito e fundamentado, que tudo parece verdade.
todo tatuado e porque não, um satanista alucinado.Apesar de trocar a Europa por Washington, Brown nos mostra uma cidade que ninguém vê, com mistérios, segredos e muitos locais estranhos. Porém, temos algo parecido com O Código Da Vinci. Uma mão amputada é encontrada numa das salas do Capitólio, com um anel maçônico e símbolos tatuados na ponta dos dedos. E, finalmente, nos porões do Congresso esconde-se uma pirâmide maçônica, onde as inscrições crípticas dão o tom da narrativa.
Uma fórmula já testada e aprovada, que muitos outros autores tentaram copiar, sem resultados positivos. Em O Símbolo Perdido o autor fala do poder da mente humana. É um livro interessante pelas tantas informações que passa ao leitor. É um livro com doses filosóficas, não ficando apenas na distração de contar uma história. Gostei principalmente quando são relatados conceitos errados que todos nós temos, onde o autor procura mostrar alguma luz e novos horizontes.
Dan Brown não gosta de falar de política em seus livros. Mas outros assuntos são recorrentes. Incita o debate entre ciência e religião, os perigos da religião, sucesso e riqueza e alguma coisa sobre a divindade que todo ser humano carrega. Além disso, há cenas memoráveis neste livro. A ação é rápida e os efeitos sobre a leitura é você passar para a próxima página sem parar. Pode não ser uma literatura clássica (como os críticos gostam de pregar), mas é bem escrito e fundamentado, que tudo parece verdade.





































